A SINDROME DE SJÖGREN

A SINDROME DE SJÖGREN



A Síndrome de Sjögren é uma doença autoimune crônica, em que o sistema imunológico do próprio corpo do paciente erroneamente ataca as glândulas produtoras de lágrimas e saliva. Os linfócitos infiltram-se por estas glândulas provocando diminuição da produção de saliva e lágrimas. Características principais: secura nos olhos e na boca. Pode também causar secura de pele, nariz e vagina e pode afetar órgãos do corpo, inclusive os rins, vasos sangüíneos, pulmões, fígado, pâncreas e cérebro. Fadiga e dor nas articulações podem comprometer de forma significativa a qualidade de vida do paciente.

Estima-se que quatro milhões de americanos tenham a Síndrome de Sjögren, muitos deles sem diagnóstico. Nove entre dez pessoas com Sjögren são mulheres. Embora a maioria das mulheres diagnosticadas costume estar na menopausa ou ainda com mais idade, a Síndrome de Sjögren pode ocorrer também em crianças e adolescentes. Mulheres jovens com Sjörgren podem apresentar complicações na gravidez.

No Brasil, não se sabe o número exato de portadores da Síndrome de Sjögren. A causa ou causas específicas da (SS) não são conhecidas, mas múltiplos fatores provavelmente estão envolvidos, dentre os quais os genéticos, viróticos, hormonais ou suas interações.




Síndrome de Sjögren primária ou secundária:

Primária: ocorre de forma isolada, se há presença de outra doença de tecido conjuntivo.

Secundária: os sintomas são acompanhados de uma doença do tecido conjuntivo como artrite reumatóide, lupus ou esclerodermia.



FONTE: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/13304




quarta-feira, 26 de maio de 2010

Haja sofrimento!

Arquivo Google


Minha avó sempre dizia: "Mulher para ficar bonita, tem que sofrer".
Ela se referia, é claro, aos longos cabelos que usávamos naquela época, e ao rosto limpinho, sem nenhum cosmético, que era sua marca registrada.
Para manter o cabelo alinhado e a pele branquinha, eram necessários muitos cuidados: muitas escovadelas à noite, ao deitar e prender bem puxado, pela manhã, ao acordar; nada de sol, para não manchar a pele delicada e sem manchas. Ela considerava tantos cuidados, um sofrimento!
Eu era criança e minha avó era quem  penteava os meus cabelos. Até os 12 anos eu tinha cabelos que iam até a minha cintura. Muito finos e muito longos, eu os usava em tranças. Quando ficavam soltos, eu gritava feito louca se alguém tentava desembaraçá-los. Só ela conseguia a façanha de deixá-los arrumados, quando eu ia para a escola.
Quanto à pele, ela nunca conseguiu  me manter longe do sol. Desde pequena eu gostava de me estirar como lagartixa em cima da pedra. Quanto mais quente, melhor. Também, nem adiantaria. Herdei da minha mãe essa cor que não desbota. Não sou branca, nem preta...
Mas, lembrei-me disso em razão das repetidas vezes  que falo sobre dores. Naquele tempo, a dor que eu conhecia era a do cabelo puxado pela escova da minha avó. Hoje até sinto saudades.
Eram bem mais suaves que as que sinto hoje, e mais interessantes, porque eu acreditava que se sentisse bastante dor, ficaria mais bonita. Coisas da minha avó! Qualquer dia falo mais sobre ela. Bjks. Neli Alves
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1 Comentários

Um comentário :

Mabel Regina disse...

Oi amiga, adorei seu comentário lembrando de sua avó, seu blog é muito bonito. Espero que você de uma passadinha lá no meu... bjos