A SINDROME DE SJÖGREN

A SINDROME DE SJÖGREN



A Síndrome de Sjögren é uma doença autoimune crônica, em que o sistema imunológico do próprio corpo do paciente erroneamente ataca as glândulas produtoras de lágrimas e saliva. Os linfócitos infiltram-se por estas glândulas provocando diminuição da produção de saliva e lágrimas. Características principais: secura nos olhos e na boca. Pode também causar secura de pele, nariz e vagina e pode afetar órgãos do corpo, inclusive os rins, vasos sangüíneos, pulmões, fígado, pâncreas e cérebro. Fadiga e dor nas articulações podem comprometer de forma significativa a qualidade de vida do paciente.

Estima-se que quatro milhões de americanos tenham a Síndrome de Sjögren, muitos deles sem diagnóstico. Nove entre dez pessoas com Sjögren são mulheres. Embora a maioria das mulheres diagnosticadas costume estar na menopausa ou ainda com mais idade, a Síndrome de Sjögren pode ocorrer também em crianças e adolescentes. Mulheres jovens com Sjörgren podem apresentar complicações na gravidez.

No Brasil, não se sabe o número exato de portadores da Síndrome de Sjögren. A causa ou causas específicas da (SS) não são conhecidas, mas múltiplos fatores provavelmente estão envolvidos, dentre os quais os genéticos, viróticos, hormonais ou suas interações.




Síndrome de Sjögren primária ou secundária:

Primária: ocorre de forma isolada, se há presença de outra doença de tecido conjuntivo.

Secundária: os sintomas são acompanhados de uma doença do tecido conjuntivo como artrite reumatóide, lupus ou esclerodermia.



FONTE: http://www.drashirleydecampos.com.br/noticias/13304




domingo, 12 de janeiro de 2014

CONTROLE DA DOR (*)


(*) TRADUZIDO DO SITE: http://www.arthritis.org/


Arquivo Google

Começo 2014 cumprindo o que prometi, aproveitei as férias para ler alguns artigos sobre as doenças autoimunes. Alguns falam especificamente sobre FIBROMIALGIA e/ou ARTRITE REUMATOIDE mas, os procedimentos recomendados servem para todos os tipos de dores.
A nossa mente tem um importante papel sobre a forma como sentimos dor e como reagimos às doenças. Alguns se sentem desanimados e deprimidos, diminuindo a atividade, baixando a autoestima e , consequentemente, sentindo mais dor.
O texto não foi escrito por mim. Traduzi do espanhol. 
No site http://www.arthritis.org/ (uma pena que é em espanhol, mas tem também em inglês) há alguns conselhos muito interessantes para criar uma sensação de controle  dos próprios pensamentos e ações, de tal maneira que consigamos controlar a nossa dor.
Alguns eu já seguia, por intuição:
"1. Mantenha uma atitude positiva. A doença nos limita mas, não pode controlar a nossa vida.  Isto implica em:

*manter pensamentos positivos,

*ter senso de humor,

*comer uma dieta balanceada,

*fazer exercícios habitualmente,

* rodear-se de pessoas positivas,

*desfrutar de atividades com os amigos e família.
Também implica em seguir um plano de tratamento, tomar os medicamentos adequadamente e praticar o relaxamento.
  • Não se concentre na dor. Com que frequência você pensa na sua dor? As pessoas que estão imersas em sua dor tendem a senti-la com mais intensidade. Concentre-se em outra coisa.
  • Todos nós temos a capacidade de nos distrairmos da dor.  Quanto mais se ocupar com algo fora do seu corpo, como um passatempo, um jogo, ou outra atividade, menos estará ligado à sua enfermidade. Se não pode evitar pensar na dor, pense nela de uma maneira diferente. Por exemplo, se a dor piora depois de permanecer muito tempo sentado, talvez seu corpo esteja indicando que que você precisa se levantar e se mover.
  • Mantenha uma autoestima positiva. Nossos pensamentos determinam a forma como enfrentamos a vida. Hoje, na volta para casa, você pode pensar, “Não quero fazer exercícios hoje, não tenho com quem caminhar, já fiz exercício duas vezes esta semana.”  Ou talvez pense: "Não quero fazer exercício hoje, mas sei que depois vou me sentir melhor e até vou dormir melhor”
As mensagens negativas podem levá-lo a sentir mais dor e as mensagens positivas podem ajudá-lo a se distrair.
Mudar o discurso negativo para um positivo pode ser um desafio. Para conseguir a mudança, siga estes três passos:
1. Enumere as afirmações negativas de sua autoestima.
2. Troque cada afirmação negativa por uma positiva. Por exemplo, “Estou cansado e não tenho vontade de ir ao grupo de apoio, mas se não for posso perder alguns bons conselhos, como os que aprendi no mês passado. Talvez possa sair da reunião um pouco antes do fim.”
3. Pratique a autoestima positiva.

Troque seus hábitos de dor. É fácil cair no hábito de tomar mais medicação ou de manter comportamentos insalubres, tais como beber álcool, para escapar da dor. SE responder SIM a qualquer das perguntas seguintes, deveria considerar novas maneiras de controlar sua dor.
* Termina os frascos de medicamentos mais rapidamente que o habitual?
* Passa muito tempo na cama, fora o tempo regular para dormir?
* Bebe álcool para aliviar sua dor?
* Fala sobre a dor ou a enfermidade durante grande parte do tempo?

A mudança de hábitos para controlar a dor o ajudará a sentir-se melhor. Uma maneira de realizar esta mudança é fazendo algo positivo que substitua o hábito antigo. Reforce sua mudança de conduta dando-se um prêmio, a cada vez que fizer algo de positivo. Fale destes hábitos com o seu médico e procure sempre informações sobre processos de controlar/diminuir a dor.
Espero que meu trabalho tenha sido útil. Já estou preparando a tradução de outros artigos interessantes. Demoro, mas trago para vocês. Bjks. Neli Alves.


Comentários
1 Comentários

Um comentário :

Pepa disse...

Oi Neli, é a Vi, sentir dores é horrível, já senti muitas dores, e o pior não tinha droga nenhuma que resolvesse..
Essas dicas são muito boas, pois além dos medicamentos, ter conforto psicológico, social e espiritual nesses momentos são essenciais.
Bom fim de semana,beijos,Vi